domingo, 22 de julho de 2007

O passado da Terra de 200.000 até 10.000 anos

Por Armando de Oliveira Caldas



Esta é a última parte e a mais delicada da História da Terra. O volume de informações é muito grande e os acontecimentos esbarram em interpretações variadas. É oportuna a leitura das anotações. São levantamentos de estudiosos que procuraram desvendar nosso passado, dando-lhes por vezes enfoques diferentes.

A maior parte dos vestígios se enquadra dentro dos últimos 200.000 anos. Construções enormes e histórias incompletas. Sempre envolvidas em mistérios. Formas primitivas junto com culturas que conhecia matemática e outras ciências. Olhamos as linhas de Nasca e dizemos: - homenagem aos deuses! Será? Ou tratava-se de orientações para quem estava no alto? Vemos Baalbeck e imaginamos que milhares de homens ergueram as famosas pedras? Que absurdo!

http://www.imagick.org.br/pagmag/Mystery/myst31.html

Simplesmente não sabemos. Porém a pergunta continua: - Como aquilo está lá?

As civilizações remotas possuem histórias não contadas, esta é a verdade.

Entender que as culturas tiveram interrupções é o caminho mais viável. Se agora acontecesse uma nova desgraça os sobreviventes poderiam retornar à estaca zero. Evoluindo novamente, se encontrassem os vestígios de um estádio de futebol, poderiam considerar tratar-se de local para rituais.

Considerando 200.000 anos como um mínimo da presença humana, pergunto:

- Somente nos últimos 15.000 é que o homem atingiu plena capacidade intelectual? No restante, 185.000 anos, foi totalmente ignorante?

Entrar no estilo de previsões não é minha intenção, mas imaginar que um planeta habitável como o nosso, com 4.500.000.000 de anos tenha apenas tal resíduo de vida inteligente foge da compreensão. Poderia estender para 1.000.000 ou muito mais, como já tive a oportunidade de comentar em textos anteriores.

Com base no tempo que entendemos por nossa civilização consideremo-la com a idade de 20.000, para comparação. Em 200.000 anos teríamos espaço para dez vezes o mesmo tempo. Será que nas nove partes restantes o homem apenas estaria riscando em pedras ou as erguendo para homenagear deuses?

Catástrofes não registradas podem ter alterado regiões, mudado o panorama, destruindo complexos de vida.

Tomemos por exemplo uma das colocações abaixo onde diz que, o Oceano Pacífico alcançava Tiahunaco e os habitantes de Nasca no Peru. Hoje conta com altitude de 3.000 a 4.000 metros. Na hipótese de ser verdade, o estrago foi muito grande. Onde então encontraríamos as provas?

Na realidade, tudo fica dentro das suposições.

Vejamos então algumas anotações dentro desta última fase de estudo:

150.000 anos, nasce o império de MU com apogeu há 75.000 anos e com uma população de 64.000.000 de habitantes. Sofreu duas catástrofes, sendo a última por ocasião do dilúvio há cerca de 12.000 anos, desaparecendo tal qual a Atlântida (42).

Tanto MU quanto Atlântida teria existido? Há muita contestação, mas não pode ser ignorado que tais informações não são recentes. Se aceitarmos de forma negativa podemos estar cortando uma parte fundamental do entendimento do passado. Dois povos extintos que justificariam muitos vestígios hoje encontrados.



120.000 ou 80.000 anos, época da última glaciação intermediária (43). Parece uma informação sem muita importância, no entanto, provavelmente isto quer dizer que houve uma excessiva época fria recente. O gelo provavelmente cobriu parte ou todo o planeta por um bom período, conseqüentemente extinguindo a vida em muitas regiões. No entanto, antes, o calor pode ter fornecido as condições necessárias para a proliferação.

Referida glaciação cedeu, os continentes se livraram e a vida voltou a reinar. Porém, intermediações menores de frio e calor devem ter ocorrido e, num dos ciclos de calor mais recente as capas de gelo dos pólos podem ter diminuído, da mesma forma que parece estar acontecendo no momento. Se assim ocorreu, quem sabe há cerca de aproximadamente 10.000 anos ou pouco menos, o continente Antártico tenha se mostrado, o que permitiu na época o mapeamento conforme se pode ver nos mapas de Piri Reis.

100.000 anos, o homem já vivia em Malta, eram gigantes (44).

Várias vezes os gigantes são mencionados. Construções enormes no mundo todo com colossais pedras. Não que a totalidade dos habitantes fossem de estaturas acima de normal, mas uma parte relativamente grande deveria ser.

Além de constar na Bíblia, quantas fábulas existem?



80.000 anos, idade de possíveis bases de UFOS na América do Sul (45). Esta é a tendência de muitos escritores sobre o assunto, aliar vestígios não entendidos com visitas de alienígenas. Podemos também pensar que antes do Dilúvio poderá ter existido uma tecnologia até maior do que a atual.

Não só o dilúvio, mas outras grandes catástrofes podem ter acontecido em nosso planeta, com certeza sufocando civilizações.

Da mesma forma que podemos acreditar nos extraterrestres podemos também levar em conta a possibilidade de construções técnicas humanas nos tempos remotos.

73.000 anos, idade provável da pirâmide de Queóps (46).

Seria uma idade exagerada? Talvez, mas lá estão às gigantescas pedras também, o que nos faz lembrar de gigantes. Pensar que milhares de pessoas utilizando cordas às removeram nos deixa dúvidas. Se dissermos que utilizaram tecnologia vamos aceitar que estavam numa época avançada.

45.000 anos, é a idade dos esqueletos de um homem adulto e de uma criança encontrados na caverna Schandiar, provavelmente Sumérios (48).

Sobre os Sumérios é importante conhecermos um pouco sobre eles. Vejam o site http://www.acasicos.com.br/html/sumer.htm

Possuíam uma cultura superior, plenamente desenvolvida. Dominavam a astronomia. Muito misteriosa é sua presença perto de povos considerados incultos.

40.000 anos, é a provável idade do Egito. Este posicionamento foi baseado em inscrições encontradas pelos Soviéticos no Nilo. Elas fazem referência a Síríus, revelando que 25 ciclos daquela estrela equivalem há 36.525 anos (50).

Quem sabe o Egito tenha sido um dos poucos lugares no mundo onde a grande catástrofe não tenha sido totalmente predadora e, importantes monumentos tenham ficado em pé. Apenas uma ponderação.

38.000 anos, idade de tecidos encontrados em cavernas trabalhadas em forma de catedrais, em Bornéu (49).

Sinal de que a vida se processava dentro de uma rotina. A indústria da tecelagem surgiu a partir de 1785 em teares mecânicos. Portanto os tecidos eram provindos do artesanato. Então o homem ficou confeccionando roupas à mão durante 37.993 anos? Somente há pouco mais de 300 anos que acordou para fazer uso de sua inteligência?

35.000 anos. Homens em cavernas anotam observações (51).

Até hoje poderia ser feita qualquer inscrição numa caverna, principalmente por índios que ainda existem. Portanto, isto não leva realmente a uma pré-história. Além deste aspecto, suponhamos que grupos de pessoas tivessem procurado abrigo diante de rigores da natureza ou mesmo de guerras.

30.000 anos, idade de culturas muito desenvolvidas nos Andes, em altitudes atuais de 3.000 a 4.000 metros. Considera-se que, o Oceano Pacifico, alcançava os montes e os habitantes de Tihaunaco, a sudoeste de Nasca no Peru, viviam a beira mar (52).

O que aconteceu? Naturalmente convulsões, terremotos, maremotos, etc. Já comentado no início.

30.000 anos, vestígios em caverna de Ronda, Espanha levam a afirmar que foi habitada (53).

Os comentários sobre inscrições em cavernas acentuam-se numa faixa entre 30.000 a 35.000 anos, o que obviamente poderá situar-se num único período. Talvez numa época em que algum tipo de ocorrência mundial tenha obrigado as pessoas a procurarem abrigos, que por muito tempo tornaram-se moradias. Com suas raízes culturais perdidas fizeram rabiscos, levando a crer se tratarem de homens primitivos, razão de utilizarem ferramentas obtidas na própria natureza. É possível também ser deduzido que nesse período o gelo cobrisse boa parte do globo e as cavernas tivessem servido de refúgio.

29.600 anos, é a idade dos restos de uma colônia humana encontrada em Santa Rosa, Califórnia (55).

Importante ser observado a presença humana no correr dos tempos, justamente em épocas remotas. Tudo indica que a vida proliferava em todo lugar muito antes do que se imaginava.

27.000 anos, idade provável do grande ídolo de Tiahuanaco (56).

A datação varia conforme autores, mas é provável que na realidade seja de 17.000 anos, conforme é estimado para a cidade de mesmo nome. Desta forma é considerada a mais antiga do mundo. Através do site http://www.acasicos.com.br/html/cidade.htm é possível uma boa explicação.

25.000 anos, nessa época é provável que toda área do Amazonas e mesmo do Brasil fosse um imenso lago, ligado ao Atlântico e ao Pacífico por canais (57).

Muita coisa aconteceu na Terra, mesmo em períodos menores, assim é bem possível que assim fosse.

25.000 anos, a Inglaterra e a Alemanha não estavam livres do gelo (58).

Recordemos aqui o que foi dito sobre a glaciação intermediária há 80.000 anos. O gelo referido ainda seria uma conseqüência? De qualquer forma o processo seria do degelo.

20.000 anos, é provável que tenha sido a época de terríveis guerras onde, conforme o Mahabarata foram utilizadas bombas que lembram ogivas nucleares, naves voadoras e batalhas no espaço (59).

Alienígenas que vieram aqui guerrear ou lembranças de um tempo muito evoluído?

18.000 anos, é a provável idade de uma pintura mural numa tumba na cidade de Khara Khota, representa jovem casal de soberanos, contém um brasão com um circulo dividido em quatro partes, no centro a letra M de MU (60).

18.000 anos, idade de uma coleção de objetos encontrados em Esmeralda, norte do Equador. Contém 12.000 peças: machados, cetros, estatuetas com feições orientais, armas e utensílios sem similares e um espelho de uma gema verde, com cinco centímetros, que reflete os mínimos detalhes (61).

17.000 anos, idade de objetos antigos encontrados em Ontário, Canadá sugerindo raça de alta cultura (62).

13.000 anos, idade calculada de um mapa celeste encontrado numa gruta de Bohnstan, Himalaia, cujas estrelas estavam na posição da época, devendo ter sido feito onde hoje é o deserto de Gobi. As estrelas estavam invertidas em relação a atual posição (63).

13.000 anos. Existiam confederações em Talanti na África, Atlântica no Pacífico, Rada na Ásia, Draxydia e nações mistas na América e Mediterrâneo (64).

12.000 anos, provável idade do afundamento de Atlântida. Conforme cálculo do austríaco Otto H. Much, ocorreu às vinte horas, mais especificamente em 04.06.8496 a.C. (66).

12.000 anos, destruição de Atlântida, desviando a Terra 30 graus do eixo, o que congelou mamutes na Sibéria (67).

12.000 anos, desaparecimento de MU com 64.060.000 habitantes (68).

12.000 anos, provável descida de alienígenas na fronteira Sino-Tibetana, deixaram 716 pratos de granito com a história deles (69).

http://www.imagick.org.br/pagmag/Mystery/myst53.html

12.000 anos, idade de pinturas de formas elípticas em objetos desconhecidos nas cavernas do Pirineus (70).

12.000 anos, pouco antes do Dilúvio existiam 4.090.000 gigantes (71).

Uma informação interessante. O que justificaria a presença deles? Afinal uma verdadeira nação de homens com elevadíssimas estaturas.

12.000 anos, idade dos ossos de Bisão encontrados em Lubbock. Texa. Estavam queimados em parte, lembrando churrasco, o que indica a presença humana (72).

11.000 anos, idade de estátuas de madeira encontradas em Tebas por Heródoto, pai da História (73).

11.000 anos, supõe-se que nessa época o Saara possuísse um grande lago, mas o certo é a existência de florestas (74).

11.000 anos, idade de uma tabuinha que diz, segundo os Cananeus, que na época da grande catástrofe não houve certeza que do inverno se seguiu à primavera (75).

10.000 anos, idade de vasos encontrados em Vich, França, representando cabeças humanas com capacetes. No mesmo local, com igual idade, 100 tabuinhas com escritas indecifráveis, algumas com letras utilizadas há 15.000 anos (76).

10.000 anos, provável idade de 30 múmias encontradas na Gruta de La Sonora, México (78).

10.000 anos, provável idade de fortificações sob o mar, perto da ilha Bimini, Bahamas (79).

10.000 anos, a Corrente do Golfo passou a banhar a Europa Ocidental após o desaparecimento da Atlântida (80).

10.000 anos, idade de desenho reproduzindo posições exatas de corpos celestes na época. Nesse mapa os planetas Terra e Vênus estão unidos. Tal desenho encontra-se nas montanhas de Kohstan, Ásia (81).

A partir de 20.000 anos podem ser notadas informações que indicam maior atividade humana, bem como evidências de que a Terra tenha sofrido uma grande convulsão com desvio em seu eixo.

Mesmo que tais datações não signifiquem uma realidade aceitável, muita coisa aconteceu. Quer seja pela queda de algum astro ou pela ordem natural de fenômenos o homem encontra obstáculos muitas vezes fatais.

Como disse no começo, vou parar em 10.000 anos. Sei que falta muito mais, que não posso dizer com convicção que o levantamento que efetuei possa ser afirmado como realidade. Porém, não será negando tais resíduos do passado que chegaremos ao conhecimento.

(45.52,54, 57, 59, 62, 64,65. 67, 72, 79,80) - W.Raymond Drake - Deuses e Astronautas no Mundo Ocidental – Deuses e Astronautas no Antigo Oriente.

(42, 44, 46, 50, 51, 58, 60, 61, 66, 68, 70, 73, 74, 75, 76, 77, 78,81) - Peter Kolosimo - Antes dos Tempos Conhecidos e O Planeta Desconhecido.

(43, 47,48. 49, 55, 56, 69,71) - Erich Von Däniken - Eram os Deuses Astronautas? E de Volta as Estrelas.

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